• Axé-Axé: o megafenômeno baiano

    Questões como as representações da Bahia, a espetacularização da identidade afrodescendente, o processo de assimilação da estética branca das bandas de trio pelos blocos afro são temas de reflexão deste artigo. Acrescenta-se ainda a situação de não projeção de cantores negros em 25 anos de Axé.

  • Periferia de Pernambuco, religiosidade, identidade e resistência negra, rítmose musicalidades africana e afro-brasileira, política e novas alternativas para a juventude, são temas da entrevista com o músico Alexandre Garnizé. (Fotos: Lu Vilella)
  • O poder da ancestralidade na musicalidade do cantor e compositor Tiganá Santana.

    Tigana Santana fala sobre o lançamento do seu CD Maçalê, seu encontro com a música, religiosidade e muito mais.
  • Sara J. da Silva, mestranda da Faculdade de Comunicação da UFBA, em seu artigo, chama a atenção para a necessidade e importância de contemplar outras formas de expressões de música vocal que reflitam a diversidade cultural de nossa sociedade. O canto de acordo com Sara é capaz de "trazer à tona características de uma identidade na música vocal própria à cultura das religiões de matriz africana"
  • Pesquisadora da Faculdade Nobre de Feira de Santana, identifica as dinâmicas interétnicas que foram constituídas em torno da memória dos quilombolas, nos períodos que vão da origem do município, na segunda metade do século XVII, aos dias atuais, quando essas comunidades foram conhecidas como remanescentes de quilombos

     

  • Quais os efeitos da circulação de um vídeo que demoniza as religiões afro-brasileiras, instiga ao conflito, defende o proselitismo e o exclusivismo da salvação para o seu grupo religioso, os adeptos da igreja evangélica Império Geração Jesus Cristo? Veja uma análise que aproxima Friedrich Nietzsche, Roland Barthes, Michel Foucault e Jacques Derrida
  • Denuncia do dilaceramento da cultura moçambicana durante o jugo colonial e, posteriormente, na guerra fratricida no período do pós-independência é resgatada por Ricardo Silva Ramos de Souza, nas obras do pintor moçambicano Malangatana ValenteLiberdade religiosa
  • "A origem das comunidades de quilombos de Irará está relacionada à estrutura social que emergiu a partir da colonização do sertão baiano [...] Resistindo a essa ordem pré-estabelecida, os sujeitos racializados ocupavam terras formando uma estrutura fundiária que se fundamentou nas relações comunitárias, típicas das comunidades de quilombos"
  • Para Walkyria Chagas apesar da diversidade não há respeito efetivo às diferençasLiberdade religiosa
  • "No campo das “Ferramentas” ou “Emblemas Religiosos” e da “Alta Costura das Divindades”, ou seja, as roupas dos “Santos”, base material das expressões rituais das práticas afro-brasileiras, observamos um universo inesgotável de possibilidades criativas, já observadas nas práticas contemporâneas de artistas, estilistas ou designers de moda". Por Jaime Sodré.
  • Entrevista com Matchume Zango, músico moçambicano da Orquestra Timbila Muzimba, participante da Cia TIJAC durante a FESTLIP no Brasil.
  • Um complexo simbólico de resistência e força
  • Ianá Souza reflete sobre a explicitação dos aspectos da baianidade e da africanidade no trabalho artístico da cantora, destacando a processo de mercantilização desta cultura.
  • Professora apresenta aos leitores jogo de origem africana que remonta mais de 2.000 a.c. Conheça diversas lendas e mitos que afirmam o valor simbólico do jogo, suas regras e aprenda a montar o seu.
  • Melissa Souza dos Anjos, estudante de Geografia da UERJ, transforma as casas/ terreiros, fé e pessoas, em símbolos geográficos e os codifica, elucidando e contribuindo para desconstrução dos preconceitos forjados pelo senso comum
  • Cláudio Rocha nos conta um pouco da história da maior e melhor festa popular do Brasil
  • BaobáConstrução de identidades a partir de vivências no Bloco Afro Malê Debalê, de Salvador
  • Tia Ciata, rainha da Pequena África, exemplo notável de empreendedorismo
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